No antes – do ler as notícias – dou notícias: a tarde entardece, um piano foi tocado no tempo e no tempo-agora emoldura o por-de-sol emoldurado pelas pedras da cidade, aquelas logo ali à janela
Na casa:
No jornal:

Na janela:
Crepúsculo. E a chuva... E o frio... E a memória... Dá medo! Viver é perigoso. Não tem fim senão quando acaba. E pessoas passeiam... Dentro das casas pessoas escrevem... Palavras escapam ao som de tambores...
No jornal:
Pelo menos 60 pessoas, em sua maioria civis, morreram por fogo...
Na janela:
O sol...
Na casa:
Dulce Nunes canta Canção do Dia de Sempre, de Mário de Quintana: “nada jamais continua, tudo vai recomeçar...”
Dulce Nunes canta Canção do Dia de Sempre, de Mário de Quintana: “nada jamais continua, tudo vai recomeçar...”
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